Fonte: relatório enviado para o Sucupira/CAPES em 2017.

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Estéticas da turbulência 3: O trabalho em ação e discussão no cinema e nas arte pós-1968

Pesquisa co-realizada com pesquisadores das Univ. inglesas, de Leeds e de Londres-Birkbeck. O seminário (03-07.07.2017, FFLCH-USP) debateu representações artísticas de impasses estéticos e políticos na figuração do trabalho braçal e intelectual, tal como ocorrido nos movimentos insurgentes de 1968 e lutas a seguir. Buscou-se, além de recuperar os significados relativos às lutas de 1968, refletir acerca das derrotas subsequentes e da transição para o estado atual, sob a dominação global neoliberal.

Estéticas da turbulência 2: modernizações e crises

Em curso na USP-UNICAMP, a linha nasceu do projeto ‘Forma estética e modernidade desigual’  Enfoca modos de modernização, a partir da Lei do Desenvolvimento Desigual e Combinado, examinando a desigualdade de ritmos na economia e na cultura, com ênfase no âmbito visual, mas segundo visão totalizadora. O grupo de trabalho paulista, além de atividades locais, formula propostas visando às atividades internacionais, associadas às univ. de Leeds, London-Birkbeck e Institute of Americas-UCL.

Estéticas da turbulência 1: Forma Estética e Modernidade Desigual (Aesthetic Form & Uneven Modernity) 

Linha temporária desenvolvida (03-12/2016) com pesquisadores G. Day (U. Leeds) e S. Edwards (U. London/ Birkbeck), em vista de um projeto de pesquisa comum, em elaboração, em vista do acordo RCUK-AHRC/ FAPESP. Objetivou-se repor os debates sobre modernização e cultura, a partir de duas perspectivas contrapostas, mas combinadas: aquela acerca do caso precursor inglês, com outra acerca do caso brasileiro, de modernização tardia e acelerada. A ser substituída pelo projeto Estéticas da Turbulência.

Formação e Desmanche de um Sistema Visual Brasileiro Moderno

Investigar as transformações das artes do Brasil num horizonte histórico. Hipótese: na década de 1950 se alcança um grau inédito de aglutinação das experiências artísticas, em oposição ao quadro endêmico de ecletismo, próprio às nações periféricas. Neste sentido, a chave da causalidade interna provém da articulação entre as artes e a consciência do subdesenvolvimento. Desde a década de 1980 uma nova questão se põe: como a esfera das artes que colidia com a modernização conservadora se incluiu nesta última?

História da Arte e Cultura no Brasil: século XIX, XX e XXI

Projeto para o estudo dos temas da arte e da cultura brasileira e a história de sua crítica.

Materialismo e dialética

Estudar a tradição dialética.

Estudos sobre a Arte Moderna

Releitura crítica dos fundamentos do formalismo, em sua visão geral do modernismo, numa perspectiva histórico-materialista, que dialetiza os processos artísticos, junto a questões históricas e em diálogo com outros campos de conhecimento. As pesquisas geraram a abertura de uma outra linha de pesquisas, voltadas para a arte brasileira, em particular para a questão da formação de um sistema visual moderno, tema contemplado na pesquisa “Formação e Desmanche de um Sistema Visual Brasileiro”.